American Express, Apple: as 5 maiores posições em ações da Berkshire ao fim do 1º tri

A Berkshire Hathaway, de Warren Buffett, divulgou seus resultados do primeiro trimestre neste sábado (2) e ressaltou que seu portfólio de investimentos permaneceu concentrado em um pequeno número de ações bem conhecidas no período.
A investidora informou que suas cinco maiores posições em ações representavam cerca de 61% do valor total da carteira de investimentos ao fim do primeiro trimestre de 2026.
Entre os principais investimentos da companhia estão participações em American Express, Apple, Bank of America, Coca-Cola e Chevron, nesta ordem.
No período, o valor total da carteira de ações somava US$ 288 bilhões, abaixo dos cerca de US$ 298 bilhões registrados no fim de 2025.
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Segundo Bufffet, a Berkshire praticamente entregou parte relevante de seus recursos à administração da Apple. “Delegamos 10% do capital da empresa à gestão da Apple”, afirmou
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No trimestre, a companhia vendeu cerca de US$ 24 bilhões em ações e comprou aproximadamente US$ 16 bilhões.
A Berkshire também manteve elevado nível de liquidez. A soma de caixa e aplicações em títulos do Tesouro americano superou US$ 390 bilhões ao fim de março.
Entre os movimentos de alocação de capital, a empresa concluiu a aquisição do negócio químico da Occidental Petroleum, a OxyChem, por cerca de US$ 9,5 bilhões.
Mais números da Berkshire Hathaway
A holding reportou lucro líquido de US$ 10,1 bilhões no primeiro trimestre de 2026, alta de cerca de 120% em relação ao registrado em igual período do ano anterior, de US$ 4,6 bilhões, beneficiado principalmente por menor impacto negativo da marcação a mercado de investimentos.
Já o lucro operacional foi de US$ 11,3 bilhões no primeiro trimestre de 2026, alta de cerca de 18% na comparação com o igual período do ano anterior, refletindo o desempenho dos negócios operacionais do grupo.
O indicador exclui principalmente os efeitos de ganhos e perdas com investimentos, que, segundo a companhia, não são indicativos do desempenho operacional no período.
O avanço do lucro operacional foi sustentado principalmente pelo desempenho da divisão de seguros, cujo resultado de subscrição de seguros somou US$ 1,7 bilhão no período, crescimento de cerca de 28% na base anual.
A operação ferroviária BNSF também contribuiu para o resultado, com lucro de US$ 1,38 bilhão, alta de cerca de 13% na comparação anual.
Já o segmento de energia apresentou resultado praticamente estável, em torno de US$ 1,1 bilhão, enquanto as operações de indústria, serviços e varejo somaram US$ 3,2 bilhões, com crescimento de aproximadamente 4,5% no período.
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