Greve de caminhoneiros ainda paralisa exportações de grãos argentinos em Quequén

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Greve de caminhoneiros ainda paralisa exportações de grãos argentinos em Quequén

20 Abr (Reuters) – Um ⁠pequeno grupo de caminhoneiros ⁠continua a paralisar as exportações de ‌grãos do porto argentino de Quequén, informou a câmara de portos ‌do país nesta segunda-feira.

O movimento acontece apesar de a maior parte do setor de transporte ter aceitado novas tarifas, depois que uma ⁠greve ‌de mais de uma semana ⁠atrasou pelo menos US$450 milhões em embarques.

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Os caminhoneiros iniciaram uma greve em 7 de abril, bloqueando o acesso aos portos de ​Bahia Blanca e Quequén, exigindo aumentos nas tarifas depois que os ​preços dos combustíveis subiram quase 30% este ano devido ao conflito no Oriente Médio.

Mais de 30 navios ficaram esperando, com entre ‌700.000 e 1,5 milhão ​de toneladas de grãos retidos por mais de duas semanas, informou a câmara portuária.

A maioria ⁠das ​câmaras nacionais ​de caminhoneiros concordou, entre 15 e 17 de ⁠abril, com taxas ​de referência para compensar os aumentos de custo.

As operações em Bahia Blanca ​se normalizaram com o apoio das forças de segurança, mas ​alguns caminhoneiros ⁠de Quequén continuaram com o bloqueio, informou a ⁠câmara.

As operações na área portuária de Rosário, que movimenta mais de 80% das exportações de grãos do país, não foram afetadas.

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