Marcopolo, Lavvi, B3, Melnick, Vitru e mais ações para acompanhar hoje

O radar corporativo desta quinta-feira (16) tem como destaque a distribuição de proventos de Marcopolo (POMO3), Vivo (VIVT3) e Copel (CPLE3). Além disso, Lavvi (LAVV3), Tegra e Melnick (MELK3) divulgaram dados operacionais do primeiro trimestre.
A Minerva (BEEF3) captou R$ 2,994 bilhões no mercado internacional.
Itaú (ITUB4) confirma acordo envolvendo ativos do BRB de valores “imateriais”.
Vendas da Helbor (HBOR3) caem 17,2% no 1º trimestre, para R$ 226,3 milhões.
Vitru Educação precifica oferta de ações em R$ 13.
B3 (B3SA3) registra alta de 48,3% no volume negociado em março.
Confira mais destaques:
Itaú Unibanco (ITUB4)
O Itaú Unibanco (ITUB4) confirmou nesta quarta-feira que uma de suas subsidiárias se comprometeu a comprar alguns ativos do Banco de Brasília, segundo comunicado ao mercado que responde a questionamentos da Comissão de Valores Mobiliários.
Helbor (HBOR3)
A incorporadora residencial Helbor informou que suas vendas contratadas somaram R$226,3 milhões no primeiro trimestre, queda de 17,2% na comparação com o mesmo período do ano anterior.
AZZAS (AZZA3)
A Azzas 2154 informou que a gestora FMR LLC passou a deter 10,4 milhões de ações ordinárias da companhia, o equivalente a cerca de 5,03% do total, na qualidade de administradora de investimentos para determinados clientes.
PDG REALTY (PDGR3)
A PDG Realty comunicou a renúncia de Luan Vinícius da Silva aos cargos de membro e presidente do Conselho de Administração da companhia.
Marcopolo (POMO4)
O Conselho de Administração da Marcopolo (POMO4) aprovou o pagamento de juros sobre o capital próprio no valor de R$ 0,085 por ação da companhia, juros esses a serem imputados ao dividendo obrigatório declarado antecipadamente por conta do exercício de 2026, a serem pagos a partir do dia 08 de maio de 2026.
Vivo (VIVT3)
A Vivo aprovou o pagamento de JCP no montante bruto de R$ 365 milhões, equivalentes a R$ 0,11421932485 por ação.
Copel (CPLE3)
A Copel (CPLE3) aprovou a distribuição de proventos na forma Juros sobre Capital Próprio (JCP) no valor bruto de R$ 706 milhões, equivalentes a R$ 0,23770345099 por ação.
Lavvi (LAVV3)
A Lavvi reportou vendas totais de R$ 336 milhões no 1T26 (R$ 250 milhões no % companhia), queda de 14% na comparação anual. O VSO foi de 11% no trimestre e 54% em 12 meses. A companhia registrou queima de caixa de R$ 70 milhões, mas geração de R$ 4 milhões na visão ex-terrenos. O estoque somou R$ 2,5 bilhões (100%), com baixa participação de unidades concluídas (6,2%), enquanto o landbank atingiu R$ 10,4 bilhões.
Tegra
A Tegra Incorporadora registrou vendas brutas de R$ 394 milhões no 1T26, alta de 42% na base anual, com avanço de 56% no critério proporcional. O VSO trimestral ficou em 6,8%, praticamente estável na comparação anual, enquanto o indicador de lançamentos subiu 4,8 p.p. Os distratos recuaram de forma relevante, com queda de 52%, sinalizando melhora na qualidade das vendas.
Melnick(MELK3)
A Melnick reportou vendas brutas de R$ 342 milhões no 1T26, praticamente estáveis na comparação trimestral. As vendas líquidas somaram R$ 300 milhões, impactadas por distratos de R$ 42 milhões, que voltaram a subir. O desempenho foi sustentado principalmente pelo estoque, com menor contribuição de lançamentos no período.
Minerva (BEEF3)
A Minerva (BEEF3) informou que, nesta quarta-feira (15), sua subsidiária, Minerva Luxembourg, captou US$ 600 milhões (equivalentes a aproximadamente R$ 2,994 bilhões) via bonds no mercado internacional com vencimento em 2036.
Vitru Educação (VTRU3)
A Vitru Educação (VTRU3) informou na noite de quarta-feira que seu conselho de administração aprovou a fixação do preço de emissão de sua oferta em R$ 13 por ação. O valor é inferior ao preço de fechamento do pregão de quarta-feira que foi de R$ 13,4.
B3 (B3SA3)
O volume financeiro médio negociado na B3 (B3SA3) no segmento de ações subiu 48,3% em março de 2026 na comparação com o registrado em igual período de 2025, ficando em R$ 37,3 bilhões. Em relação a fevereiro, houve recuo de 4,7%.
No segmento de futuros — que inclui juros, moedas e mercadorias — o volume médio diário subiu 4,2%, para R$ 16,627 bilhões. A receita média por contrato ficou em R$ 1,013, teve queda anual de 12%.
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