Santander (SANB11) lucra R$ 3,8 bilhões no 1º tri de 2026, queda anual de 1,9%

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Santander (SANB11) lucra R$ 3,8 bilhões no 1º tri de 2026, queda anual de 1,9%

O Santander Brasil (SANB11) registrou lucro líquido gerencial de R$ 3,8 bilhões no primeiro trimestre de 2026, o que representa queda de 1,9% na comparação anual e recuo de 7,3% em relação ao trimestre imediatamente anterior. Previsões ⁠compiladas pela LSEG apontavam lucro de R$ 4,13 bilhões para a unidade brasileira do ​banco espanhol Santander.

O resultado foi impactado por pressões na margem financeira, com destaque para a margem com clientes de R$ 16,6 bilhões e margem com o mercado negativa em R$ 800 milhões.

A margem financeira cresceu 3,1% no trimestre e recuou 0,7% no ano. Na comparação
trimestral, a melhora é explicada principalmente pela margem com mercados, efeito da sensibilidade positiva à queda da taxa de juros, menor número de dias úteis, bem como pelos melhores resultados da tesouraria. No ano, a queda é explicada pela sensibilidade negativa ao aumento da taxa de juros e menores resultados da tesouraria.

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As receitas totais avançaram 0,8% no trimestre e 0,9% no ano.

O banco registrou retorno sobre o patrimônio médio (ROAE) de 16,0%, mesmo diante de um custo de crédito de 3,73%.

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A carteira de crédito ampliada somou R$ 706 bilhões ao fim de março, com crescimento de 3,4% na comparação anual, apesar da leve queda de 0,4% no trimestre, indicando expansão moderada do crédito. Já as captações de clientes totalizaram R$ 664 bilhões, reforçando a base de funding da instituição.

No operacional, o índice de eficiência ficou em 37,7%, com melhora de 1,5 ponto percentual em relação ao mesmo período do ano anterior, sinalizando avanço no controle de custos e ganhos de eficiência.

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